Com quatro veículos entregues em setembro, capital soma 21 unidades incorporadas ao serviço de urgência e emergência
Belo Horizonte recebeu 17 novas ambulâncias para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu-BH). Os veículos se juntam às quatro unidades entregues no final de setembro, totalizando 21 ambulâncias incorporadas para a renovação da frota de atendimento de urgência e emergência na capital mineira. A entrega foi realizada pelo Ministério da Saúde e contou com a presença do secretário municipal de Saúde, Miguel Duarte.
As 17 novas ambulâncias são Unidades de Suporte Básico (USBs), tripuladas por dois técnicos de enfermagem e um motorista socorrista. Os veículos são utilizados nos atendimentos de urgência que não exigem, inicialmente, a presença de uma equipe médica especializada. Em 2025, Belo Horizonte também recebeu sete ambulâncias para o serviço.
Segundo o secretário municipal de Saúde, Miguel Duarte, a renovação da frota representa uma melhoria nas condições de trabalho das equipes e na assistência prestada à população. “Uma frota renovada e moderna dá condições mais dignas e seguras de trabalho para os nossos profissionais, que se dedicam diariamente a salvar vidas na linha de frente. Ganho também para a população, pois os veículos bem equipados e em perfeitas condições representam um atendimento mais ágil, humanizado e seguro no momento em que as pessoas mais precisam”, afirma.
Atualmente, a frota do Samu-BH é formada por 29 ambulâncias, sendo 23 Unidades de Suporte Básico e seis Unidades de Suporte Avançado (USAs). Essas últimas contam com equipes compostas por médico, enfermeiro e motorista socorrista, destinadas aos atendimentos que exigem suporte médico mais complexo.
Além de atender ocorrências de urgência e emergência em Belo Horizonte, o Samu-BH exerce uma função estratégica na Região Metropolitana e na região Central de Minas Gerais. O serviço é responsável pela regulação médica de 22 municípios vizinhos, incluindo Nova Lima, Sabará, Santa Luzia, Ouro Preto e Confins, com cobertura que alcança quase 4 milhões de pessoas.
A estrutura regional conta com 35 bases descentralizadas, distribuídas pelos municípios, e uma Central de Regulação de Urgência. Nesse modelo de gestão, cada cidade conveniada é responsável pela manutenção financeira e operacional de suas ambulâncias e bases físicas, enquanto a coordenação estratégica e a regulação médica dos atendimentos ficam concentradas em Belo Horizonte.
